Refinanciamento De Empréstimo – Como Refinanciar? Vale À Pena?

Refinanciamento De Empréstimo

É mais comum do que imaginamos que as pessoas passem por sérias dificuldades para quitar um empréstimo, principalmente se ele é de longo prazo e com parcelas altas. E quando isso acontece, o que fazer?

 

 

Tópicos:

  • Como refinanciar meu empréstimo;
  • Refinanciamento vale à pena;
  • Posso fazer o refinanciamento em outro banco;
  • Conclusão.

 

 

Deixar de pagar as parcelas nunca é uma boa opção, afinal, o nome do cliente ficará sujo e ele ficará impossibilitado de conseguir qualquer outro tipo de financiamento ou mesmo fazer compras simples em lojas. É por este motivo que quitar o saldo devedor se torna imprescindível.

 

 

Mas, supondo que realmente as parcelas deixaram de caber no orçamento, não importa se o motivo são gastos extras ou diminuição da renda. Qual a solução? Muitos optam pelo refinanciamento do seu empréstimo, geralmente quando se trata do consignado.

 

 

Em alguns bancos, essa transação leva o nome de renegociação de dívida. Neste artigo iremos sanar todas as dúvidas a respeito desse tipo de operação e explicar tudo que você precisa saber caso esteja com algum tipo de empréstimo atrasado. Acompanhe!

 

 

Refinanciamento De Empréstimo – Como Refinanciar Meu Empréstimo?

Vamos levar em consideração que você realizou um empréstimo consignado e em algum momento as parcelas deixaram de caber no orçamento familiar ou houve até mesmo perda do emprego.

 

 

Essa é uma situação mais comum do que se imagina e a solução mais viável está em pedir ao banco um refinanciamento. Como fazer isso? O passo-a-passo é o seguinte:

 

 

  • Se possível, tenha acesso a um consultor financeiro, que irá rever seu contrato e ter em mãos argumentos viáveis ao banco caso ele se negue a realizar o procedimento. Mas, isso é bastante incomum, já que é do interesse da instituição que a dívida seja quitada. Porém, recomendamos o auxílio de um profissional sempre que haja possibilidade.

 

 

  • Peça ao seu gerente que seja feita uma renegociação ou então o refinanciamento. Ele se trata de um novo empréstimo que irá quitar o valor total do antigo, inclusive as parcelas atrasadas.

 

 

Esse novo crédito será utilizado para o valor que foi renegociado, por isso um consultor financeiro pode ser útil, já que ele ajudará a fazer com que os juros sejam diminuídos.

 

 

Vamos a um exemplo mais claro: você fez um empréstimo de 60 meses e quitou 32 parcelas, restando 28. O banco irá liberar um novo empréstimo de 60 meses, para pagar as parcelas restantes e descontando o que já foi pago.

 

 

Dessa forma, é possível aumentar novamente o número de parcelas e deixá-las menores. Esse processo evita também que o cliente tenha o nome enviado aos órgãos de restrição ao crédito.

 

 

Então, caso você tenha algum empréstimo em atraso, a dica é fazer o refinanciamento o quanto antes, evitando que sejam cobrados juros altos e aumentando o valor total. Mas, se as parcelas já estão sendo cobradas há muito tempo, é preciso pedir ao banco uma renegociação de dívida para só então pedir o refinanciamento.

 

 

Refinanciamento De Empréstimo Vale À Pena?

De forma geral, podemos dizer que sim, vale à pena. Especialmente porque evita que haja uma dívida sem quitar, o que faz com que o cliente perca o direito a qualquer tipo de crédito no mercado. É preciso apenas ficar atento ao valor das parcelas e garantir que elas irão caber no seu orçamento, evitando novas dívidas futuras.

 

 

Posso Fazer O Refinanciamento Em Outro Banco?

Caso o cliente não queria fazer o refinanciamento no banco onde solicitou o empréstimo é perfeitamente possível mudar de instituição. Só é necessário realizar uma análise e verificar a disponibilidade do banco escolhido.

 

 

O ideal é realizar uma simulação nos sites oficiais e fazer uma comparação dos juros de cada um deles. O ITAÚ, Banco do Brasil, a financeira BV e a caixa econômica federal são as principais instituições que realizam com frequência este tipo de transação.

 

 

Conclusão

O refinanciamento é bastante vantajoso para evitar que os clientes tenham o nome registrado no SPC e SERASA. Porém, mais uma vez lembramos que o valor das parcelas devem ser muito bem estudadas para que não haja novamente débitos que não podem ser quitados. Sempre que puder, faça uma análise com um consultor e verifique o motivo para o que o endividamento ocorra com frequência e tente organizar as finanças.