Financiamento De Faculdade – Saiba Sobre O FIES E Outras Opções!

Financiamento De Faculdade

Resolveu que irá fazer uma faculdade, correr atrás dos seus desejos e planos para o futuro? Mas, de repente, você se dá conta que o valor de uma universidade particular é muito alto e que seu salário não pode arcar com os custos.

 

 

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  • Outras opções­­­­

 

 

Isso sem contar com o material, o transporte e possíveis outros gastos extras que podem surgir no caminho. É comum que muitas pessoas desistam e optem por deixar o sonho de se formar para depois.

 

 

É compreensível, afinal, não é simples conseguir uma bolsa ou mesmo passar em uma instituição pública. A boa notícia é que os financiamentos de faculdade estão aí para mudar essa realidade e trazer a possibilidade de formatura para quem não tem condições de pagar uma mensalidade agora.

 

 

Eles consistem em um financiamento comum, porém, geralmente contam com a vantagem de terem parcelas mais baratas e reduzidas, juros menores e o pagamento começar apenas depois que o contratante já estiver formado. Isso é ótimo, porque o aluno tem tempo de se estabelecer no mercado e arcar com as parcelas no futuro.

 

 

O tempo para iniciar o pagamento depende muito e varia de acordo com o tipo de financiamento que você optar. Trouxemos neste artigo os principais deles, para que fique mais fácil entender como funcionam e quais são seus critérios básicos. Acompanhe!

 

 

Financiamento De Faculdade – O Fies

O FIES (fundo de financiamento estudantil) é um programa do governo voltado para quem deseja fazer uma faculdade particular e não tem condições de pagar a mensalidade. O financiamento pode ser parcial (50%) ou mesmo total (100%).

 

 

Entre suas vantagens, podemos citar os juros de 6,5​​​% ao ano, que são relativamente baixos comparados aos financiamentos comuns. O FIES abrange boa parte dos alunos que não conseguiram bolsas de estudo por programas como o Prouni, por exemplo. Para participar do FIES, alguns requisitos são básicos:

 

 

  • Ter feito a Prova do ENEM em até 5 anos passados do pedido de financiamento. Ela servirá como base de ingresso para o programa de financiamento, por levar em conta a média geral e a média da redação.

 

 

  • A redação não pode estar zerada, ou seja, candidatos que não fizeram a redação estão de fora de qualquer programa do governo e o mesmo vale para o FIES. Mas, não há uma nota mínima a partir de zero, então, mesmo que você tenha ido mal na redação tem chances com o FIES.

 

 

  • Ter uma média geral de ao menos 450 pontos. Se estiver abaixo dessa pontuação, infelizmente, será impossível pedir o financiamento e você terá que procurar outro meio de financiar a faculdade. Mas, você não desanime, eles existem e vamos contar mais abaixo.

 

 

  • Ter renda de, no máximo, dois salários mínimos e meio por pessoa na família. A renda irá interferir no tipo de financiamento, se ele será parcial ou total. Quem recebe mais do que isso, infelizmente não se enquadra no programa.

 

 

Caso você more com mais alguém, é importante lembrar que a renda de todos entrará na conta e será somada e dividida por todos os membros da família, inclusive crianças ou pessoas adultas. Isso vale para quem mora com parentes ou marido e esposa, não conta quando você divide o aluguel com um amigo, por exemplo.

 

 

Financiamento De Faculdade – Outras Opções­­­­

Além do FIES, existem outras opções de financiamento estudantil, geralmente com vínculo na faculdade que você escolher. A maioria das universidades particulares trabalha com bolsas e financiamentos parciais ou 100%, dependendo da renda do aluno e também do seu desempenho na prova do vestibular da instituição.

 

 

A melhor saída para quem não se enquadrou nos pré-requisitos do FIES, é ir até a faculdade escolhida e conversar com o reitor ou o departamento administrativo para verificar quais são as possibilidades disponíveis. Ou então, veja no site oficial e descubra o que ela oferece.

 

 

Não é incomum que bancos e financeiras também ofereçam esse tipo de financiamento, mas eles costumam ter juros maiores do que o FIES e prazos menores para começar a pagar, o que pode ser um problema para quem está iniciando uma carreira agora, como jovens estudantes.

 

 

Mas, em último caso, também vale a pena verificar essa opção e decidir se vale à pena contratar um banco comum para solicitar seu financiamento estudantil. Nesse caso, eles geralmente são por semestres e não cobrem a faculdade toda, sendo preciso renovar a cada seis meses.